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Sustentabilidade na Produção de Hortaliças: Adubação organoquímica com biofertilizante de biodigestores anaeróbicos.
Última alteração: 2025-10-01
Resumo
O estudo avaliou diferentes métodos de adubação para o cultivo de rúcula, considerandocinco tratamentos distintos. Foi analisada a massa seca da parte aérea das plantas após 25dias de cultivo. Tratamentos envolveram adubação em diferentes níveis, sendo T1 = Semadubação, T2 = Adubo químico recomendado para rúcula, T3 = Biofertilizante puro, T4= Adubo químico na mesma concentração do biofertilizante; T5 = Biofertilizante comnutrientes N, P e K até a recomendação. T2 e T5 apresentaram as maiores medianas demassa seca, com T2 sendo o melhor tratamento. O tratamento sem adubação (T1) resultouna menor massa de parte aérea de rúcula. A massa da parte aérea nos tratamentos T2 e T5foi aproximadamente 2,5 vezes maior que no controle (T1). T1 apresentou diferençassignificativas em relação aos tratamentos T2, T4 e T5. T3 não se destacou, apresentandoresultados similares a todos os demais tratamentos. A nutrição adequada é crucial para odesenvolvimento das plantas de rúcula, podendo vir de biofertilizantes ou adubosquímicos. É necessário planejar o uso de digestatos de biodigestores, considerando suaspropriedades e as necessidades nutricionais das culturas. O uso de adubação adequada,principalmente química e composta, é essencial para o desenvolvimento saudável darúcula. Estudos adicionais são necessários para otimizar o uso de biofertilizantesderivados de resíduos.
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