Jornacitec Botucatu, XIV JORNACITEC - Jornada Científica e Tecnológica

Tamanho da fonte: 
O IMPACTO DA DESIGUALDADE SOCIAL NOS HÁBITOS ALIMENTARES E SUA INFLUÊNCIA NO DESENVOLVIMENTO DE DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS EM ADOLESCENTES
Gabriele Barcoto da Silva, Isabelle Ferreira Santos, João Paulo Rodrigues Ferraz, Manoela de Souza Gonçalves, Luciene Patrici Papa

Última alteração: 2025-10-07

Resumo


As doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs), atualmente, são as principais causas de morte em todo o mundo, sobretudo, em países de baixa e média renda. Sob esse aspecto, a desigualdade social é um relevante indicador de saúde, pois além de interferir no acesso aos serviços de saúde, compromete o poder aquisitivo dessas populações, o que, consequentemente, interfere nas escolhas e hábitos alimentares, já que dão preferência a alimentos mais economicamente acessíveis, os ultraprocessados, do que os in natura. Considerando isso, quando adolescentes são expostos a esse tipo de realidade: pouca oferta de opções saudáveis e alto consumo de refeições calóricas, acabam se tornando suscetíveis a desenvolver alguma DCNT. Em meio a diversos trabalhos acadêmicos que dissertam sobre esse grupo de doenças crônicas, este artigo deu enfoque em como a diferença de status socioeconômicos corrobora para a má alimentação em adolescentes, em especial os de baixa renda, propicia um cenário oportuno para o aparecimento de DCNTs. Desse modo, é indispensável que medidas governamentais sejam elaboradas e postas em práticas para a promoção em saúde desse público.

 

Palavras-chave: DCNTs. Desigualdade social. Adolescentes.


Texto completo: PDF