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O papel da ressonância magnética na identificação de lesões epileptogênicas
Última alteração: 2025-09-29
Resumo
A epilepsia é uma doença neurológica crônica que afeta cerca de 50 milhões de pessoas no mundo, sendo mais prevalente em países mais afetados economicamente. Caracteriza-se por crises convulsivas focais, generalizadas ou de origem desconhecida. O diagnóstico é feito através de exames laboratoriais, eletroencefalograma (EEG) e, principalmente, a ressonância magnética (RM), que é mais sensível e detalhada que a tomografia computadorizada, especialmente na detecção de lesões como a esclerose mesial temporal. Este estudo visa explorar o papel da RM na detecção e identificação de lesões epileptogênicas, com base em artigos científicos e dados oficiais, como a OMS e o Ministério da Saúde. Os resultados demonstram que a RM apresenta uma capacidade superior na detecção de lesões epileptogênicas de difícil percepção, muitas vezes não evidenciadas por outros métodos, além de alterações no tecido cerebral, como a esclerose mesial temporal, que são cruciais para o planejamento do tratamento em pacientes com epilepsia farmacorresistente e para uma abordagem mais precisa e personalizada, como em caso de intervenções cirúrgicas.
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